A última redução da gasolina havia sido anunciada pela Petrobras no dia 15 de junho.
Após retomada da cobrança de impostos federais, como o PIS, Confins e Sid, isentado ainda no governo Bolsonaro volta a ser cobrado pelo governo federal. A medida provisória de tributos federais para gasolina e etanol perdeu a validade ainda na última quarta-feira (28).
Desde quinta-feira (29), os produtos sofreram reajustes nas refinarias. O Sindicato de Postos de Combustíveis, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificantes do Acre (Sindepac) informou que a estimativa é que o tributo do etanol aumente de 12,9% para 18,8%, o que representa um aumento de R$ 0,22 no litro do combustível.
Já em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, a gasolina passou de R$ 6,45 para R$ 6,95. O etanol de R$ 5,70 para 5,95, o diesel comum sofreu aumento de 10 centavos, passando de R$ 6,73 para R$ 6,83 e o diesel S10 de R$ 6,75 para R$ 6,85.

Trabalhadores já sentem a diferença no bolso na hora de abastecer. Reclamações constantes estão sendo registradas nas redes sociais. Segundo um internauta, nada melhora para os brasileiros. “Até quando tanto aumento na gasolina!? Os brasileiros já não aguentam mais! Somos refém do preço abusivo”, comentou.

O soldador Aluízio de Souza disse que percebeu um aumento de R$ 0,40 centavos no preço. “Hoje só dá para abastecer R$ 21. Não tem jeito, é só esse mesmo, não tem mais dinheiro”, resumiu.
A última redução da gasolina havia sido anunciada pela Petrobras no dia 15 de junho. O último corte no custo do diesel aconteceu no dia 16 de maio. Na sexta, a estatal também anunciou redução dos preços do gás de cozinha.