Com o objetivo de contribuir para a redução da mortalidade materna, o governo do Acre, através da Secretaria estadual de Saúde, está desenvolvendo uma ação conjunta através do programa ‘Rede Cegonha’ com a Universidade Federal do Acre, sendo realizada a oficina de acolhimento e classificação de risco obstétrico.
O treinamento que tem duração de dois dias, está ocorrendo nesta quarta (7) e na quinta-feira (8), na sede do antigo Projeto Rondom. Na oportunidade, estarão presentes enfermeiros de 6 municípios do Juruá.
De acordo com a coordenadora estadual, Elizama Lima, foi feita uma vasta programação com os coordenadores da atenção primária com o objetivo de fortalecer a classificação de risco nas maternidades e assim, evitar mortes.
A professora Universitária, Aline Fernanda, revelou que é fundamental alinhar as novas técnicas de atendimento às mulheres durante todo o pré-natal e permanência na maternidade.
“O objetivo da classificação de risco é separar as pacientes que tenham maior risco de morte, complicações na porta de entrada do sistema. Se chega uma mulher com sangramento, essa classificação vai avaliar a necessidade de uma transfusão de ir no centro cirúrgico ou perda gestacional”.
Ainda de acordo com ela, a diferença desse novo sistema para triagem, é que a paciente será classificada nas cores laranja, amarela, verde e azul contando com um atendimento mais rápido. E na triagem, elas devem esperar por ordem de chegada.
A qualidade da atenção de obstétrica melhorou através da ‘rede cegonha’. Além da qualificação dos profissionais, a estrutura e materiais utilizados no atendimento.