Segundo Welisson Barros, que é locutor no município, os clientes chegam às 3 horas da manhã para pegar uma ficha, para ser atendido às 9 ou 10 horas da manhã para receber um cartão. “Entra gerente e sai gerente e permanece a mesma coisa. O povo do interior. Imagina o cara que anda, vem de canoa 3 ou 4 horas para tirar o seu dinheiro, pra vir buscar o seu cartão… Tá uma porcaria. Tá todo mundo reclamando. Tem gente que chega até 10 horas para pegar uma fila para ser atendido no outro dia”, disse indignado.
Welisson também tenta pegar o seu cartão no banco. Ele enviou um vídeo ao site Juruá Comunicação, questionando o atendimento.
O espaço está aberto para a gerência ou superintendência se manifestar.
A proibição do uso de celulares em agências bancárias é uma medida de segurança que já foi adotada em alguns estados brasileiros.
Lei estadual
Em Minas Gerais, a lei estadual 19.432 proíbe o uso de celulares em agências bancárias. A lei prevê multas para as agências que descumprirem a medida.
Em São Paulo, a proibição do uso de celulares em agências bancárias vigiou em alguns municípios.
Propostas de lei
O Projeto de Lei 2528/19, apresentado pelo deputado Gutemberg Reis (MDB-RJ), proíbe o uso de celulares em agências bancárias. O objetivo era coibir a chamada “saidinha de banco”.
A proposta da Vereadora Sandra Tadeu (DEM), aprovada pelo Legislativo paulistano, proibia o uso de celulares em agências bancárias. A proposta previa uma multa de R$ 2.500 para os infratores.
A proibição do uso de celulares em agências bancárias pode ser questionada, uma vez que os bancos solicitam que os clientes abram os aplicativos oficiais dos bancos nos aparelhos celulares.