O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), abriu o dia com nova alta, com variação positiva de 0,78%, e chegou aos 208.530,49 pontos às 10h15 desta terça-feira (6/10). O indicador perdeu força no meio da manhã. Às 11h04, passou para 206.934, representando estabilidade (+0,01%), mas engrenou uma queda e registrava 205.238 pontos (-0,81%) às 11h21.
O movimento acontece após estabelecimento do novo recorde histórico registrado na segunda-feira (5/10), quando o Ibovespa fechou o dia com 206.911,89 pontos e valorização de 7,70%. O pico do dia foi batido às 10h40, com 209.605 pontos, e variação positiva de 9,1%.
A variação da bolsa nesta terça ocorre ainda sob o impacto do resultado de primeiro turno das eleições. No último domingo (4/10), o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) ficou à frente do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Com 100% das urnas apuradas, Flávio obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do petista. O segundo turno das Eleições 2026 está marcado para o próximo dia 25.
O candidato de direita tem discurso de ajuste de gastos, embora não o tenha detalhado ainda. Lula, por sua vez, enfrenta dificuldades com o mercado diante do aumento da dívida pública.
Outro fator de influência nos mercados nesta terça é o valor do barril do petróleo tipo brent, que é referência no mercado internacional, abaixo de US$ 100. Às 10h, o produto era negociado a US$ 97,48, com redução de 2,83% no preço em 24 horas.
Com o petróleo em patamar de preço mais comportado, o ânimo nas bolsas internacionais está mais ativo e também influencia o Ibovespa.
Dólar
O dólar comercial abriu esta terça operando em queda no mercado à vista, em relação ao fechamento da segunda. Às 9h57, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 4,96, com redução de 0,84% no dia.