No mês de janeiro, Cruzeiro do Sul intensifica ações de prevenção à hanseníase, com a equipe de saúde capacitando profissionais nas unidades urbanas e rurais. O foco é conscientizar a população e identificar precocemente casos suspeitos da doença, uma condição infecciosa crônica que afeta pele, nervos periféricos, mucosas e olhos.
Transmitida por gotículas respiratórias, a hanseníase é pouco contagiosa e pode ser tratada com medicamentos específicos.
Rafaela Oliveira, coordenadora da vigilância epidemiológica, destaca que, em 2024, já foram notificados dois casos, reforçando a importância do conhecimento para facilitar o diagnóstico e tratamento adequado.
Três unidades em Cruzeiro do Sul são referências para identificação de casos suspeitos: Aeroporto Velho, Adalberto Sena (zona urbana) e Santa Luzia, Anari do Môa (zona rural).
Os sintomas incluem manchas brancas na pele, dormência e perda de sensibilidade nas extremidades do corpo.
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