A semana do doador de sangue, iniciada pelo Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul no dia 20 novembro e concluída nesse sábado (25) registrou um aumento de 50% nas doações de sangue
A semana do doador de sangue, iniciada pelo Hemonúcleo de Cruzeiro do Sul no dia 20 novembro e concluída nesse sábado (25) registrou um aumento de 50% nas doações de sangue. Uma boa notícia para a unidade, segundo o assistente social Jean Carlos Barbosa. Ele ressaltou que nos cinco dias de campanha, foram colhidas 137 bolsas de sangue, o que equivale à coleta de um mês inteiro.
“Essa semana a gente conseguiu 137 bolsas de sangue. Foi um número muito bom, praticamente a produção de um mês todo nós conseguimos em uma semana. Registramos um recorde, a população prontamente atendeu, nossos parceiros, militares, entidades civis, Detran, Procon, Secretaria de Mobilidade de Trânsito trazendo funcionários para doação, população que ouviu no rádio e na TV, foi muito bom, foi um sucesso mesmo”, destacou.
Para a professora Luciana Moura, que faz parte da equipe de captação do hemonúcleo do município, com o término da semana, agora, o grande desafio é manter esses doadores ativos durante todo o ano.
“Nosso doador é a pedra fundamental na nossa sede. Sem ele, a gente não pode fazer nada. Nós temos doadores que vêm do ramal doar sangue, esse é o verdadeiro amor, eles saem de lá, atravessam pontes para chegar aqui. Então, é lindo demais. Eu agradeço a todos os doadores e a toda a equipe, todo mundo que colaborou para que essa semana ocorresse com excelência”, afirmou.
Muitas instituições do município se organizaram para realizar a doação de sangue. O militar Adamastor da Rocha veio disposto a ajudar quem precisa, e deixou um recado sobre a campanha.
“É um prazer enorme para nós, da banda de música do 61º Batalhão de Infantaria de Selva, estar participando com a sociedade nesse evento de conscientização, porque sangue é vida”, comentou.
Durante a semana do doador de sangue, o hemonúcleo realizou diversas atividades para conscientizar sobre a importância da doação de sangue e atrair novos doadores, além de reforçar que cada pessoa pode doar mais de uma vez por ano. Homens a cada dois meses e mulheres, a cada três meses.

Enildo Rodrigues é vigilante, e doa sangue há 30 anos. Ele disse que se sente grato por ajudar a salvar a vida de muitas pessoas com o gesto de solidariedade.
“É um privilégio que eu tenho na minha vida, doar sem saber a quem. Eu já salvei muitas vidas, 30 anos de doador. E eu quero chegar pelo menos até os 65 anos, para doar mais e ajudar os necessitados. Isso é a minha alegria, meu prazer. Estar aqui de dois em dois meses, sem falhar. Doar sangue é um ato de amor e de carinho”, declarou.