Cruzeiro do Sul, Acre 16 de junho de 2026 16:05

Filho que matou servidor da PCGO queria dinheiro de caminhonete

Um motorista da Polícia Civil de Goiás, identificado como João Lourenço de Oliveira, de 64 anos, foi morto pelo filho, Flávio Lourenço de Oliveira, na capital goiana. Em depoimento, o suspeito confessou o crime e disse que agiu por “ganância”, mas que está arrependido.

O motorista estava desaparecido desde sábado (13/6) e o corpo dele foi localizado nessa segunda-feira (15/6), após o filho indicar o local, segundo a Polícia Civil. De acordo com a investigação, João Lourenço foi morto com um tiro na cabeça, disparado por Flávio. A principal motivação apontada pela polícia seria o roubo e venda da caminhonete da vítima.

Após matar o pai, Flávio contou ter enrolado o corpo em lençóis, tapetes e toalhas, arrastou-o até a caminhonete e o abandonou em uma área de mata. Além do filho, cinco pessoas foram presas pelo crime, sendo quatro homens e uma mulher.

Pai morto a tiros

Em depoimento, Flávio contou como agiu no dia do crime após ir armado até a casa do pai. O homem contou que teve um desentendimento com João Lourenço, motivado por questões financeiras, e “sem pensar” atirou na cabeça do homem após o atrito.

Na casa de Flávio, os policiais encontraram o celular da vítima quebrado e vestígios de sangue. Também foram levados um notebook, cartões bancários e a caminhonete de João. O veículo, avaliado em R$ 90 mil, teria sido repassado por R$ 50 mil.

As investigações apontam a participação de cada um dos presos: um homem teria alugado a arma utilizada no crime e participado da ação. Outras três pessoas são suspeitas de receptação da caminhonete, enquanto uma sexta pessoa é investigada por supostamente tentar esconder o comparsa, o que configura favorecimento pessoal.