A demissão é consequência de uma condenação judicial no processo nº 0010230-31.2022.801.0001, que tramitou em segredo de justiça e já transitou em julgado, ou seja, sem possibilidade de recurso.
João Rodolfo foi preso no dia 9 de junho de 2023 por equipes da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e do Departamento de Polícia da Capital e Interior (DPCI). A prisão ocorreu a pedido do Ministério Público do Acre (MPAC), após denúncias de que o policial teria feito ameaças ao promotor Tales Tranin.
Além do episódio das ameaças, João Rodolfo também responde por crime de apropriação indébita. Em 2023, ele foi condenado pela 6ª Vara Criminal a 1 ano e 8 meses de reclusão, além de 30 dias-multa.
Segundo a denúncia, em abril de 2022, quando a Delegacia de Flagrantes funcionava na 2ª Regional, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, o agente teria solicitado R$ 30 à mãe de um preso, alegando que o Estado não fornecia alimentação aos detentos. Ele disse que compraria um churrasquinho e um refrigerante, mas o valor nunca foi utilizado para esse fim.
Posteriormente, a Câmara Criminal reduziu a pena para 8 meses e 28 dias, após recurso da defesa.
*Com informações do site O Seringal