Cruzeiro do Sul, Acre 7 de março de 2026 14:06

Gaza: falta de combustível por bloqueio de Israel fecha 6 hospitais

O Ministério da Saúde da Palestina informou, nesta terça-feira (22/7), a suspensão das atividades em seis unidades médicas, incluindo o Hospital de Serviço Público e a Estação Central de Oxigênio, devido à “insistência” de Israel em impedir que a Organização Mundial da Saúde (OMS) entregue combustível aos hospitais na Faixa de Gaza.

Guerra em Gaza

  • As ofensivas israelenses contra a região palestina têm como objetivo atingir alvos do grupo Hamas.
  • O governo israelense emitiu uma ordem de evacuação para uma região no centro da Faixa de Gaza, nesse domingo (20/7), expandindo suas atividades militares para uma área do território palestino por onde as Forças de Defesa de Israel ainda não haviam marchado.
  • A agência de defesa civil local afirmou que forças israelenses abriram fogo contra palestinos que buscavam ajuda humanitária, matando 93 pessoas e ferindo dezenas, segundo a imprensa internacional.
  • A desnutrição atingiu níveis alarmantes na Faixa de Gaza, em meio à guerra. A Agência das Nações Unidas (ONU) alerta que a entrada de ajuda humanitária no território cercado segue extremamente limitada.

A entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza segue limitada. Até o momento, 15 palestinos morreram de fome nas últimas 24 horas.

Em uma declaração divulgada nas redes sociais, o ministério anunciou a suspensão dos serviços nas seguintes unidades de saúde: Hospital de Serviço Público, Estação Central de Oxigênio, Clínica Al-Salam, Clínica Al-Shati, Centro Médico Al-Jalaa e Centro Médico Haidar Abdel Shafi.

“Devido à insistência da ocupação em impedir que a Organização Mundial da Saúde forneça combustível aos hospitais de Gaza e do norte. As demais unidades hospitalares serão forçadas a parar dentro de apenas 48 horas”, alegou a corporação palestina.

Eles também informaram que a ocupação ataca “o que resta do sistema de saúde ao continuar impedindo o fornecimento de combustível e suprimentos médicos aos hospitais.”