O governo russo chamou a situação de “alarmante” e pediu o fim do derramamento de sangue, nesta segunda-feira (10). O país do Oriente Médio tem sido palco dos confrontos mais graves desde que o presidente Bashar al-Assad foi deposto.
Mais de mil pessoas, a maioria civil, morreram nos últimos dias durante os conflitos entre aliados de Assad e forças do novo governo, na região costeira do país.
A Rússia está acompanhando com os Estados Unidos a escalada da violência na Síria, informou a agência de notícias russa TASS nesta segunda-feira, citando o embaixador da Rússia nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia.
Quando perguntado por jornalistas antes da reunião se Moscou estava cooperando com Washington na Síria, Nebenzia respondeu “sim”, relatou a agência.
O Kremlin foi um grande apoiador de Assad, que fugiu para o país em dezembro após ser deposto.
A Rússia tem duas instalações militares nas áreas onde os combates recentes foram relatados.
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